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domingo, 19 de abril de 2026

MEDIUNIDADE NA UMBANDA




Mediunidade na Umbanda não é dom de poucos. É um sentido do espírito que existe em todos os seres humanos.


Assim como a visão e a audição são sentidos do corpo físico, a mediunidade é o sentido do espírito. Ela não é boa nem má. Ela simplesmente existe. O que muda é como você a desenvolve e o que faz com ela. Rodrigo Queiroz, em Mediunidade na Umbanda, chama isso de Sexto Sentido Sensorial.


A diferença entre a Umbanda e o Espiritismo nesse ponto é prática. Enquanto o Espiritismo foca na instrução e na reforma íntima pela palavra, a Umbanda atua como uma força ativa de confronto espiritual. Ela usa elementos magísticos como ervas, velas, pontos riscados e guias para combater energias negativas e desfazer trabalhos. Não é superstição. É tecnologia espiritual.


A mediunidade não aparece por acaso. Segundo a tradição, é um compromisso que o espírito assume antes de reencarnar. Seu programa de vida é desenhado para que seus caminhos te levem a um terreiro. E ela pode se manifestar em qualquer fase da vida, inclusive na terceira idade.


O Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, pesquisador da USP, descobriu que a glândula pineal é mais desenvolvida em médiuns e aumenta de tamanho durante o transe mediúnico. A ciência está começando a confirmar o que o terreiro já sabe há décadas.


Desenvolver a mediunidade exige cinco passos: estudar, praticar, validar, absorver e transcender. Não é sobre incorporar mais rápido. É sobre entender o que está acontecendo com você e usar isso com responsabilidade.

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