terça-feira, 8 de setembro de 2026

LARVAS ASTRAIS OU MIASMAS

 




LARVAS ASTRAIS OU MIASMAS


O que são miasmas ou larvas?


Larvas ou Miasma são formadas através de um conjunto de palavras e pensamentos negativos.


E esse comportamento é provocado por nós mesmos ou causado por outras pessoas. 


Pessoas negativas e pessimistas, deprimidas e que se lamentam muito da vida. 


Ou seja é uma vibração totalmente negativa e nociva.


Podendo causar transtornos espirituais e mentais. 


Estas Larvas não são corpos sutis, resíduos de energias deletérias mais densas.


Não são seres espectrais, espíritos, almas, é apenas matéria grosseira, resíduos, sujeira espectral.


Esses miasmas são como fumaças pretas ou cinzentas, e vão se formando devagarinho em sua casa.


Se fixando nas janelas, nos cantinhos das portas, batentes, em cada cantinho dos cômodos.


E ai o que acontece? 


E como saber que eles estão ali?


Estes miasmas causam discussões, transtornos, doenças.


Esses são os sinais mais típicos e evidentes.


E você percebe os miasmas na sua residência por que começam a aparecer rachaduras nas paredes.


Ou então, vazamentos, problemas elétricos, encanamento, etc...


Estas vibrações baixas ou negativas, tem o poder de atrair espíritos "perdidos", e deixar o ambiente pesado ou em total desequilíbrio.


A vida das larvas durará na medida da energia mental e maus pensamentos emitidos no ato da sua criação.


Questões emocionais e passionais que podem ser prolongadas.

 

Se a pessoa que a criou continue alimentando com pensamentos, idéias ou vibrações da mesma natureza. 


Oriundas de pessoas encarnadas ou desencarnadas.


sexta-feira, 4 de setembro de 2026

A FISIOLOGIA DOS FENÔMENOS MEDIÚNICOS NA GLÂNDULA PINEAL






 A FISIOLOGIA DOS FENÔMENOS MEDIÚNICOS NA GLÂNDULA PINEAL


Com base na obra Conversando com Pai Velho,  de Ramatís e Pai Tomé.


Nela ele elucida a fisiologia dos fenômenos mediúnicos na glândula pineal.


Abordando a naturalidade da mediunidade na Umbanda.


E também alertando para as práticas de rituais de cunho artificial e pecuniário.


Como certas iniciações pagas que prometem “mediunidade forte” se o médium "fizer o santo".


Evidentemente isso não é verdade, nunca foi.


A fisiologia oculta do transe mediúnico é elucidada, detalhando o papel da glândula pineal.


E de áreas cerebrais como o hipotálamo e o tálamo. 


Onde argumenta que a mediunidade é um processo natural preparado antes da reencarnação.


E que artifícios materiais externos não podem substituir a necessária reforma do caráter.


A educação emocional e a vivência presencial nos terreiros, indispensáveis e seguras condições educadoras dos médiuns umbandistas.


 A Naturalidade da Mediunidade: 


A mediunidade de terreiro não é uma criação humana ou um "dom" fabricado por rituais iniciáticos.


Mas sim um processo natural programado no Plano Astral antes do renascimento do médium.


Lembrando que cada médium é diferente em sua essência e preparo.


O que faz a diferença entre os médiuns é o grau de preparo, aliado à dedicação, esforço e estudos.


 O alerta ao desnecessário: 


Práticas como raspar o crânio, realizar cortes na cabeça, sacrifícios, etc...  


São apontadas como alteradoras do campo magnético natural da glândula pineal do médium umbandista.


Que é preparada e sensibilizada antes do mesmo nascer para a conexão com Pretos(as) Velhos(as), Caboclos(as) e Crianças.


• Fisiologia Oculta e a Glândula Pineal: 


A pineal atua como uma caixa de ressonância das ondas mentais. 


Nela existem cristais de apatita com propriedades diamagnéticas que funcionam como uma antena retransmissora para os fenômenos de transe (incorporação) na Umbanda.


 O Papel do Hipotálamo e do Tálamo: 


Enquanto a pineal capta os estímulos. 


O hipotálamo reage aos impulsos sensoriais e instintivos (fome, sexualidade, agressividade). 


O tálamo gerencia os estímulos sensoriais para o córtex.


Ressaltando a importância do desenvolvimento do lobo frontal (Ajna Chakra), do discernimento intelectual e da elevação do caráter do médium.


O Perigo do EGO e o Merecimento Cármico: 


Buscar o fortalecimento mediúnico por vaidade, poder ou prestígio sacerdotal gera pesados débitos cármicos. 


O verdadeiro amparo espiritual e a libertação de ciclos viciosos dependem estritamente do merecimento, da vontade firme e da mudança interior.


​Na obra citada, mestre Ramatís e Pai Tomé, nos convidam a uma profunda reflexão sobre a responsabilidade individual na seara mediúnica. 


Na responsabilidade de promover uma profunda transformação de si mesmo para melhor.


Se isso não ocorrer, as coisas não caminharão da melhor forma.


Compreende-se que o verdadeiro progresso espiritual não reside em liturgias exteriores de dominação ou em fetiches que alimentam o ego.


Mas na conquista da mestria interna e na sintonia com as Leis Divinas.


A humildade na sua plenitude.


​A mediunidade alinhada com a Luz Divina, não anula o livre-arbítrio nem transforma o médium em um autômato submisso.


Ao contrário, liberta-o de amarras atávicas e dogmas limitantes. 


O faz despertar, acordar para às transformações que precisará fazer em si mesmo.


A verdadeira "coroa" de um médium não é firmada por um corte ritual no corpo físico.


Mas pela humildade de propósitos, pela entrega desinteressada e pela vivência do amor incondicional.


Transformando o templo interior (você), em um verdadeiro altar de luz e regeneração.


De que maneira podemos fortalecer nossa mediunidade e sensibilidade psicoespiritual? 


O que nos ensinam os Guias da Umbanda?


Então médium, preste mais atenção!