domingo, 3 de fevereiro de 2013

MORTES COLETIVAS SEGUNDO O ESPIRITISMO


  
Essas ocorrências, chamadas catastróficas, que ocorrem em grupos de pessoas, em família inteira, em toda uma cidade ou até em uma nação, não são determinismo de Deus, por ter infringido Suas Leis, o que tornaria assim, em fatalismo.

Não. Na realidade são determinismos assumidos na espiritualidade, pelos próprios Espíritos, antes de reencarnar, com o propósito de resgatar velhos débitos e conquistar uma maior ascensão espiritual.

 O Espírito André Luiz, no livro Ação e Reação, afirma esses fatos: “nós mesmos é que criamos o carma e este gera o determinismo”.
São ações praticadas no pretérito longínquo, muito graves, e por várias encarnações vamos adiando a expiação necessária e imprescindível para retirada dessa carga do Espírito, com o fim de galgar vôos mais altos.

 Assim, chega o momento para muitos, por não haver mais condições de protelar tal decisão, e terão que colocar a termo a etapa final da redenção pretendida perante as Leis Divinas. Dessa complexidade de fatos é que geram as chamadas “mortes coletivas”.

Os Espíritos Superiores possuem todo conhecimento prévio desses fatos supervenientes, tendo em vista as próprias determinações assumidas pelos Espíritos emaranhados na teia de suas construções infelizes, aí, providenciam equipes de socorros altamente treinadas para a assistência a esses Espíritos que darão entrada no plano espiritual.

Mesmo que o desencarne coletivo ocorra identicamente para todos, a situação dos traumas e do despertar dependerá, individualmente, da evolução de cada um. Estes fatos, mais uma vez André Luiz confirma: “se os desastres são os mesmos para todos, a “morte” é diferente para cada um”.












http://www.facebook.com/PensamentosDeAndreLuiz

sábado, 2 de fevereiro de 2013

INCENTIVO A MEDIUNIDADE





Como sempre, a nossa palavra de incentivo é dirigida aos nossos irmãos médiuns, cujo trabalho é de suma importância na solidificação na fé. Não se trata, evidentemente, apenas do consolo e do esclarecimento aos nossos irmãos despojados do corpo físico. Uma reunião como esta extrapola em benefício de muitos, estejam no corpo ou fora dele.

A mediunidade, bem como o seu exercício, não deve ser motivo de sofrimento para o medianeiro, motivo de aflição, de perturbação; ao contrário, a faculdade mediúnica aflorada é fator de equilíbrio psicológico para o médium em busca de maior serenidade. Mediunidade deve ser sinônimo de alegria, de esperança, de possibilidade de ser feliz.

Evidentemente, a tarefa impõe responsabilidade, pois nada se consegue sem disciplina. A vitória, em qualquer setor da atividade humana, não se alicerça na desordem. O Médium carece de eleger prioridades e de cumprir com descontração o dever a que é chamado…

A possibilidade de atender aos nossos irmãos enfermos fora do corpo, o ensejo da doutrinação, do diálogo terapêutico em grupo, a mensagem que se propaga lá fora, alcançando famílias e companheiro outros, incrédulos alguns, desalentados outros e sem perspectivas para o futuro.

Vejamos a mediunidade como uma árvore frondosa, de raízes fortes, árvore que oferece sombra acolhedora, frutos sazonados e que garante a existência da fonte. Não entendamos a mediunidade como sendo uma punição ou carma…

A mediunidade é sempre uma benção, seja qual for à maneira que se manifeste. O medianeiro necessita de centrar-se, procurando o equilíbrio das próprias emoções, direcionar os pensamentos para o Alto e entregar-se, confiante, aos Benfeitores Espirituais que o assessoram.

O trabalho é imenso; estamos apenas no começo, digamos assim, de nossos empreendimentos espirituais sobre a Terra…

Muito ainda há a fazer. A mediunidade é cerceada pela falta de conhecimentos da maioria, pelo misticismo, pela crendice, pela superstição; mas a mediunidade carece ser exercida de modo simples, sem quaisquer empecilhos – empecilhos que, muitas vezes, são colocados na mediunidade pelo próprio sensitivo, que não se libera de suas concepções equivocadas, de seu fanatismo e de seu preconceito, porque não procura estudar e se esclarecer.

Os nossos irmãos em Humanidade permanecem na expectativa das melhores notícias do Plano Espiritual, de uma luz que se lhes acenda no caminho obscuro, de um gesto, de uma atitude de esperança, de algo que lhes enseje reflexões e que lhes oportunize o crescimento íntimo, com a  emancipação intelectual, para que aprendam a raciocinar com clareza, a pensar por si mesmos e a se devotarem à prática do bem aos semelhantes com espírito de desprendimento.

Devemos sanear a mediunidade; que os médiuns saneiem em si mesmos as suas faculdades mediúnicas, escoimando-as de quaisquer interferências negativas, relacionadas com o passado ou mesmo com os conflitos atuais e dificuldades de relacionamento. A mediunidade assim exercida cooperará com o médium, para que o médium se conheça um tanto melhor e, apesar da consciência de suas limitações, prossiga trabalhando com alegria, ânimo e coragem.









Fonte:  Livro: Falando de Mediunidade - Espírito: Odilon Fernandes - Médium: Carlos Baccelli