quarta-feira, 11 de maio de 2016

AS PESSOAS SÃO UM PRESENTE




Vamos falar de gente, de pessoas. Existe, por acaso, algo mais espetacular do que gente? Pessoas são um presente!

Algumas vem em embrulho bonito, como os presentes de Natal, Páscoa ou festa de aniversário. Outros, vêm em embalagem comum, há as que ficam machucadas no correio... e de vez em quando, chega uma registrada. São os presentes valiosos.

Algumas pessoas trazem invólucros fáceis de abrir, enquanto outras é dificílimo, quase impossível tirar a embalagem. É fita durex que não acaba... Mas a embalagem não é presente, porém tantas pessoas se enganam, confundindo a embalagem com o presente. Também você amigo, eu também, somos um presente de Deus para os outros, Você para mim e Eu para Você.

Triste se fossemos apenas um ‘presente embalagem’: muito bem empacotados e quase sem nada lá dentro! Quando existe um verdadeiro encontro com alguém, no diálogo, na abertura, na fraternidade, deixamos de ser mera embalagem e passamos à categoria dos presentes reais.

Nos verdadeiros encontros de fraternidade, acontece alguma coisa muito essencial: mutuamente vamos desembrulhando, desempacotando, revelando, no bom sentido, é claro.

Você já experimentou essa imensa alegria da vida? A alegria profunda que nasce do recôndito de uma alma, quando duas pessoas se encontram, se comunicam, virando presente uma para a outra?

Conteúdo interno é o segredo para quem deseja tornar-se presente aos amigos e não apenas embalagem... a minha embalagem pode não ser tão bonita, mas o conteúdo pode ser um verdadeiro presente...


Como diria um amigo que já não pertence a este mundo , um beijo no coração de todos.

















terça-feira, 10 de maio de 2016

NOSSA FAMÍLIA DA TERRA ACABA APÓS A MORTE ?



Não. Aliás, a família já existia antes.

Nossa família espiritual é muito maior do que a terrena. Constituída de espíritos que já estiveram juntos em outras existências, ela planejou no espaço a missão do grupo que constitui nossa organização familiar na Terra. Num lar reencarnam espíritos simpáticos, para fortalecerem seus laços de amor, também espíritos antagônicos, para transformarem ódio em amor.

Há somente quatro alternativas para o futuro do homem, além-túmulo.

A primeira é a dos materialistas. Morreu, acabou. Então não vale a pena amar, pois tudo termina com o fim do corpo físico.

A segunda é a dos panteístas. Morreu, o homem é absorvido no todo universal e acaba sua individualidade. Como na primeira, o amor se extingue no derradeiro suspiro.

A terceira é da unicidade da vida. Vivemos uma só existência na face do Planeta. Morrendo, se formos bons, iremos para o céu, de gozo eterno, ou para o inferno, sendo mau de sofrimento indescritível, que não acaba nunca. Como poderá ser feliz alguém no céu, sabendo do padecimento sem fim de um ente querido no inferno?

Além disso, que Deus justo e amável é esse que permite a alguém nascer de pais responsáveis, que lhe asseguram excelente formação moral, e a outros permite virem ao mundo na miséria material e na marginalidade, desde o nascimento?

A quarta hipótese é a da reencarnação. Vivemos inúmeras existências na Terra, aprendendo e depurando o espírito nas vidas sucessivas, no caminho do aperfeiçoamento moral. Depois da morte, reencontraremos os entes queridos. Quanto mais nos aprimoramos internamente, mais felizes seremos, imortalizando e ampliando o amor que nutrimos uns pelos outros, na família terrena em perene crescimento.











Jávier Godinho