quarta-feira, 6 de março de 2013

FUNDAMENTOS DA UMBANDA





A Umbanda, religião ligada aos Orixás e a natureza, tem como fundamentos a utilização de elementos da natureza, que são “regidos” pelos Orixás. Os elementos são : AR, TERRA , FOGO, ÁGUA.
Estes elementos podem estar reunidos ou não em diversos rituais umbandistas, no intuito de manipulação de energias. Em todo Universo, temos o Prana ou Éter Vital, que é energia essencial para a manutenção da vida em vários níveis energéticos.
O Prana é absorvido pelos elementos da natureza e por nós direta ou indiretamente a respiração, o “banho” de sol, a alimentação adequada, são alguns dos meios desta absorção energética.
 Nos rituais da Umbanda, podemos manipular, então os elementos da natureza e o Prana, através de vários rituais.
Alguns exemplos : A vela votiva – Temos os elementos Fogo, Ar, Água e Terra. O Fogo consome o Ar e a resina da vela (Terra) e transforma a Água, contida na resina da vela, em vapor.
Isto apenas falando materialmente deste ritual, sem contar o aspecto religioso e mágico A defumação – Temos o Fogo, Ar, a Terra e a Água envolvidos. Na Água e a Terra, estão contidos nas ervas defumadas.
Como podemos constatar, estes elementos estão sempre presentes nos rituais, sendo essenciais para o bom êxito de cada ação ritualística.
A magia, contida em muitos rituais umbandistas, tem a necessidade de elementos materiais de ligação entre a matéria e o plano espiritual. Devido às nossas necessidades materiais, precisamos nos equilibrar espiritualmente, usando elementos materiais. O plano espiritual, então, fazem-nos utilizar de rituais utilizando a matéria, ou seja, aquilo que temos em mão Os ciclos da natureza e os astros influenciam a vida de todos os seres vivos, aqui na Terra, pois regulam toda a vida, trazendo o equilíbrio.
 Devemos entender o máximo possível sobre estas influências, pois é de grande importância, obter o melhor resultado na extração e manipulação energética.




                                      SOBRE A UMBANDA
"Não cobrar, não matar, usar o branco, evangelizar e utilizar as forças da natureza - eis a Umbanda". (Moab Caldas)

segunda-feira, 4 de março de 2013

A IMPORTÂNCIA DO SORRISO NA CASA ESPÍRITA




 Outro dia um amigo me confidenciou que estava muito preocupado com a ausência de sorrisos e calor humano no interior das instituições espíritas. E que se nossa Doutrina é otimista, trazendo nova luz para a vida por que é que há tanta gente carrancuda dentro das instituições?

Não pude deixar de concordar com ele.

De fato, tenho percebido que muitas instituições, através de seus dirigentes e trabalhadores, à guisa de manter a seriedade doutrinária comprometem o seu bom humor, a simpatia, o calor humano, como se o mundo se resumisse às suas carrancas, ao sofrimento e ao pessimismo.

Não podemos esquecer que normalmente quem procura o centro espírita está com dificuldades, está desanimado, está sofrendo. Se mantemos uma postura sisuda, com humor fechado, e sem a luz de um sorriso, devemos saber que temos a chance de estarmos contribuindo para influenciar negativamente aqueles que nos procuram, piorando a sua situação.

Talvez por um atavismo judaico-cristão associado com a idéia equivocada de que o sofrimento é enobrecedor e é sinal de evolução (o que está errado, evidentemente) é que esses irmãos e irmãs que preferem a carranca ao sorriso estejam agindo assim.

Que jamais faltem sorrisos nos centros espíritas, pois nada mais animador do que ser recebido com um sorriso e com calor humano. Pois nós não somos máquinas. Somos seres humanos, seres espirituais, tendo o compromisso de transformar o mundo para melhor.

Para que sombras em nosso rosto?

Não podemos esquecer que o abismo atrai o abismo e que sorrir sempre é a garantia de espalhar a paz e a alegria a contagiar aqueles que estão ao nosso redor, onde quer que seja.

E a casa espírita detém um papel de fundamental importância como irradiadora da luz, sendo nossa postura a lâmpada a propagar essa boa energia. Se fecharmos o nosso rosto, estaremos impedindo o fluxo dessa luz. Pois “cara” fechada não é sinal de evolução.












Joaquim Ladislau Pires Júnior