terça-feira, 14 de abril de 2015

AÇÕES LAMENTÁVEIS DE UM ESPIRITUALISTA





1º — Mostrar-se gentil e caridoso diante da sociedade, esquecendo-se dos que lhe partilham o lar. Desconhece que a caridade deve ter alicerces em casa.

2º — Discute, deliberadamente, com os que não comungam as suas idéias, adquirindo inimigos religiosos. Olvida que ninguém deve violentar consciências alheias.

3º — Sente vergonha de sair em campanhas assistenciais, solicitando algo para os famintos e nus. Para que lembrar-se que Jesus viveu como pobre e serviu por toda a vida?

4º — Procura ministrar as lições que recebe a outros, pensando que, assim consertará o mundo. Não as toma para si.

5º — Julga-se o mais sábio entre todos os companheiros, achando que lhe devem obediência. Não se lembra de que somos todos aprendizes submetidos às expiações de erros do pretérito.

6º — Procura desculpar-se de todas suas más ações, alegando que agiu sob a influência de espíritos inferiores. Descuida-se do “orai e vigiai” e esquece-se de que temos o livre arbítrio.

7º — Exige dos companheiros passes e trabalhos no próprio lar, em atendimentos de exceção. Não confia na assistência do centro espírita, em sessão regular.

8º — Não procura estudar para melhor servir à doutrina, afirmando que não está preparado para tanto ou que já estudou o suficiente.

9º — Corre a solicitar informações dos Espíritos sobre qualquer assunto de interesse particular. Ignora, por comodismo, que para obter melhora basta muitas vezes que mude o seu modo de ser.

10º — Não pondera sensatamente a atitude dos outros. Para que perder tempo? Condenar é mais

fácil...























Francisco Acadias - publicado na Revista Espírita ALLAN KARDEC

domingo, 12 de abril de 2015

A UMBANDA QUE EU AMO






A Umbanda que pratico, é pura e simples, sem conceitos cósmicos e metafísicos, sem teorias helênicas, despida de vaidades e preconceitos.

A Umbanda que pratico , não aceita que para ajudar alguém ou dar evolução a um ser espiritual, precisemos sacrificar outro ser, pois entendo que a Umbanda é antes de tudo uma celebração à vida.

A Umbanda que pratico, acolhe a todos da mesma forma, seja qual for sua cor, orientação sexual, posição social e religião.

A Umbanda que pratico, não quer servos ou escravos, quer sim pessoas de boa vontade, pessoas que venham com o coração aberto, pessoas que entendam que não devem vir para a Umbanda pensando somente em melhorar a sua vida, mas sim pessoas que entendam que ajudando a melhorar um pouco que seja este mundo, vão com certeza receber sua parte nesta melhora.

A Umbanda que pratico, não quer ninguém vivendo “DA RELIGIÃO” e nem “PARA A RELIGIÃO”, quer sim que vivamos “A RELIGIÃO” em toda sua plenitude.

Na Umbanda que pratico, Orixás e entidades, não nos tratam como empregados ou meros “cavalos”, eles nos tratam como companheiros de jornada, não nos fazem exigências absurdas e respeitam nossos limites e nosso livre arbítrio.

Na Umbanda que pratico, sabemos que a caridade é importante, mas não só a material, entendemos que a maior caridade que podemos fazer e sermos as melhores pessoas o possível, passando isto a quem nos procura.

A Umbanda que pratico, nos incentiva a estudar e aprender cada vez mais, pois entendo que não devem existir segredos em uma coisa tão bela como esta religião.

A Umbanda que pratico, é uma Umbanda que não assusta ninguém, não causa medo, ao contrario traz o prazer e a alegria para dentro do terreiro.

Na Umbanda que pratico, não há lugar para a soberba, os títulos e cargos são meras referências, sem aquela ideia de que quem os possui é melhor que os outros.


Esta é a Umbanda que eu AMO!