quarta-feira, 27 de abril de 2016

GRAFIA DOS ORIXÁS







Desde os primórdios da civilização destaca-se o ser humano, por uma linguagem ou formas de comunicação mais complexa, tal qual a própria complexidade de sua evolução e inteligência assim exigisse. Esta linguagem se baseava inicialmente em sinais e símbolos que expressavam objetos e fenômenos naturais. Estabelecido o processo evolutivo e dinâmico da natureza, na qual as humanas criaturas destacam-se por uma desenvoltura mais ativa, foram surgindo sinais e respectivas expressões fonéticas, que combinados expressavam os mesmos objetos e fenômenos. Surgem então os alfabetos primordiais, que nos foram legados através de mestres e divindades, no intuito de conceberem na forma de sinais e sons, aspectos relativos a própria estrutura e dinâmica fenomenológica da criação, do próprio Deus, em sua ação fenomênica.

Saint Yves D`Alveidre, emérito estudioso das raízes religiosas, ressuscitou ao mundo terreno, um tesouro precioso, um elo importantíssimo de conexão com a tradição esotérica, firmada através do alfabeto primordial ou o mais antigo que se conhece. este alfabeto foi revelado ao mundo contemporâneo, através da magna obra, denominada "O ARQUEÔMETRO". Nela, poderemos encontrar o chamado alfabeto adâmico ou vatan, que constitui a forma pela qual as entidades graduadas na Lei de Umbanda se comunicam e via de regra "materializam" muitos dos fenômenos que intermediam entre os planos superiores e o plano físico em que vivemos.

Assim, se estabelece o que denominamos Lei de Pemba, ou seja, a grafia sagrada dos Orixás.

As entidades integradas a lei de Umbanda, na graduação iniciática e esotérica em que se estabelece, só se expressam na forma escrita, através do alfabeto adâmico.

Apesar da revelação maciça de informações, neste sentido, haverem ocorrido através da manifestação de Pai Guiné D`Angola e demais entidades que inspiravam nosso saudoso mestre Yapacany (W W da Matta e Silva), revelações de nosso conhecimento e certamente outras que ignoramos, constituíram e constituem até hoje a comprovação desta grafia junto aos Orixás.

O alfabeto adâmico constitui-se de vogais e consoantes em n´mero de vinte e duas apresentações de ordem fonéticas, que representam aspectos teosóficos e astrológicos, que estabelecem uma espécie de códigos de representação da estrutura básica, fenomênica, em que se estabelece o Universo. A relação de correspondência entre os planos, torna efetiva esta afirmação, atingindo em termos práticos uma captação de energias cósmicas, quando dispostas em níveis de arranjo apropriados a um determinado objetivo.


Por esta razão as entidades assim se expressam, como forma de conseguir uma maior relação de correspondência energética entre os planos físico e astral. desta forma executam os pontos riscados.













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