segunda-feira, 27 de abril de 2015

A PREPARAÇÃO COMPORTAMENTAL DOS MÉDIUNS





Se tiveres que chorar por alguém que errou, chora por ti mesmo.

Se tiveres de alterar a voz com irmãos que julgares incursos em erro, altera a voz contigo mesmo.

Se tiveres de anunciar alguma virtude que não possuis,

fala das qualidades dos companheiros e dos esforços que eles

fazem para melhorar.  (Espírito Miramez)



Médium é toda pessoa que sente, em um grau qualquer, a influência dos espíritos. A mediunidade é a faculdade que, se desenvolvida ordenadamente, poderá servir de veículo de comunicação entre os dois planos da vida, o espiritual e o material. Essa faculdade é inerente ao homem, porém usualmente, tal qualificação só se aplica àqueles que, devido a organismos mais sensíveis, têm a faculdade mediúnica nitidamente caracterizada e manifestada por efeitos de uma intensidade maior. A mediunidade é um dos recursos mais eficiente para o resgate dos carmas.

A mediunidade é a exteriorização de um dom que aflorou no ser e que, se bem desenvolvida, irá acelerar sua evolução espiritual. Portanto, não é uma provação. Também não é uma punição cármica, mas, um ótimo recurso facultado pela Lei, para a harmonização com nossas ligações ancestrais.


O médium, desde que integrado à corrente espiritual de um centro de Umbanda, torna-se beneficiário direto dos orixás, recebendo seu amparo e direção. Mesmo que sua mediunidade de incorporação demore a aflorar, ou nunca aconteça, está religado aos orixás por sua fé e é importante para a corrente, que confiará a ele algum outro tipo de trabalho nas atividades da casa: auxílio aos trabalhos dos guias, orientação à assistência, canto dos pontos aos orixás, etc. Todos os médiuns de uma corrente estão sob a irradiação direta dos orixás.



















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